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«Painel de convidados excelente!»

Todos os projectos são feitos de rostos. O ENEJC não é excepção e na linha da frente encontra-se um ex-aluno de CSEM: Joaquim Martins. É jornalista na Rádio Altitude e há cerca de um ano aceitou o desafio de tentar fazer deste, o melhor ENEJC de sempre. A poucas horas do início, fomos ouvi-lo...

Que balanço fazes, para já, do ENEJC?
O balanço que fazemos, por agora, é muito positivo: temos um painel de convidados excelente! Está uma equipa de 25 pessoas a trabalhar com muito empenho e a nossa prestação, enquanto principiantes na organização de um evento deste género, é muito positiva. Temos conseguido alcançar todos os objectivos e estamos muito optimistas.

Quais os maiores obstáculos que encontram pelo caminho?
O nosso constrangimento talvez tenha sido a divulgação tardia – mas era complicado tentar pedir às entidades que divulgassem ou apoiassem o que ainda não passava de um plano – muito ambicioso e difícil de convencer.

Para além disso, um dos factores que nos deu mais problemas foi o facto de sermos estudantes – são ainda vistos como gente muito irresponsável, que não cumpre compromissos e que em qualquer circunstância podem ser manhosos. Foi extremamente difícil convencer as pessoas do profissionalismo do ENEJC. Mas quando começaram a saber, por exemplo, dos primeiros convidados, foi a primeira prova de que esta é uma organização séria.

Um dos aspectos que se repetiu, em relação ao 4º ENEJC, foi a divulgação tardia. A que se ficou a dever?
Na nossa opinião, o objectivo da divulgação foi bem conseguido: a título quase gratuito, temos conseguido destaques em praticamente todos os nossos contactos: blogues e páginas de associações de estudantes, blogues e fóruns de discussão sobre media, páginas pessoais (muito lidas, algumas delas) de jornalistas, académicos, profissionais e estudantes de Comunicação.

Sites de grande audiência, como a "Fábrica de Conteúdos", a "LeiriaEconómica" ou o "PortugalMail" referem-nos, e isso graças a um trabalho de charneira que esta equipa idealizou e agora tem os primeiros resultados.

Em Leiria, contamos com a Central FM enquanto parceira do Encontro, e tentaremos ainda outras rádios da região.

Agora, a nível nacional, é claro que não podemos ambicionar grandes anúncios em jornais de referência – ainda pusemos isso em questão, mas financeiramente iria ser muito difícil.

Estando já a trabalhar no sector, que conselho darias aos caloiros que pretendem seguir esta área?
Penso que os alunos que, de alguma forma, mostram trabalho e seriedade no que fazem dentro e fora da escola, conseguem alcançar as melhores oportunidades. Projectos do género do ENEJC, da rádio, do jornal da escola são excelentes passaportes para os alunos se mostrarem, promoverem o seu valor, afinar o talento e trabalharem para a formação profissional e pessoal. A média de final de curso, não raras vezes, pouco vale para quem oferece emprego.

No teu entender quais os maiores desafios que se apresentam aos futuros comunicadores?
O maior desafio que se põe aos futuros comunicadores é um desafio à própria criatividade deles. Estamos a passar, no sector, por uma crise violenta. Basta olhar para os profissionais experientíssimos que estão desempregados ou que abandonaram o jornalismo, para os jornais que fecham ou que estão a sofrer reestruturações no pessoal, nos projectos que sobrevivem com custos baixíssimos, etc.

Ou seja, a História prova-nos que só sobrevive a uma época de crise quem consegue fazer dela uma oportunidade e não uma fatalidade.

Para fazer render os novos meios de comunicação, e os «velhos» que se reinventam, é necessária criatividade, as ideias, a gestão de meios, de recursos, de pessoas... E tudo isso se traduz num trabalho extenuante e de longo alcance. É um desafio com o qual me identifico, e muito.
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